Falar.
Gritar.
Chorar.
Acreditar.
Ser complacente.
Ser descrente.
Ser inconseqüente.
Loucos.
Pederastas governamentais.
Brutalidade aqui se faz.
Direitos. Deveres.
Conceitos. Poderes.
Não há dinheiro pra educar.
Há capital para fraudulentamente furtar.
Nosso Haras não produz potros.
Nossos filhos não tem pátria nem amor.
As hastes da esperança sucumbiram.
As cores da bandeira se esvaíram
num mar de excretas em Brasília.
Um teorema sem demonstração não é real.
Como um Haraquiri sem punhal,estamos nós,
a lutar por um "inexistente" ideal.
15.1.07
O insano profeta
Santa, a paz, que conduz os tolos.
Santa, a luz, que reflete a insegurança
desse povo.
Um moinho em laboração,
Uma casa em destroços.
E agora dou-te a solução:
-Creia em mim, nos meus conceitos.
Transformarei tua casa em um mansão,
tuas angústias em satisfação.
Mas, terás que dar-me-á alma e corpo,
eis minha condição.
Mostro minha face e
Rogarás pelo meu apreço.
Da caverna que me abriga,
sinto o calor plagiar minha essência.
Dos monumentos que construí,
vejo o retrato de minha incongruência.
Vou-me, mas antes levo-os junto.
Com a quebra da promessa,
revelo meu título:
O insano profeta.
Santa, a luz, que reflete a insegurança
desse povo.
Um moinho em laboração,
Uma casa em destroços.
E agora dou-te a solução:
-Creia em mim, nos meus conceitos.
Transformarei tua casa em um mansão,
tuas angústias em satisfação.
Mas, terás que dar-me-á alma e corpo,
eis minha condição.
Mostro minha face e
Rogarás pelo meu apreço.
Da caverna que me abriga,
sinto o calor plagiar minha essência.
Dos monumentos que construí,
vejo o retrato de minha incongruência.
Vou-me, mas antes levo-os junto.
Com a quebra da promessa,
revelo meu título:
O insano profeta.
A convalescença da moral
Desperto. Um sono profundo fez-me buscar a renascença.
Nos crepúsculos vespertinos me ponho a pensar.
A maturidade chega, e com ela os conseqüentes problemas.
Analisei todos ao meu redor.
Julguei e tornei-me prisioneiros de minhas próprias criticas.
Proclamei o álcool como herdeiro e usei de armas pormenor.
Formei um purgatório.
Chorei lágrimas de culpa.
De alegrias não me fortaleci.
Abriu-se um estreito, e por ele passei.
Muralhas derrubadas, esculturas denegridas,
Vários pensamentos em construção.
Estou na minha mente.
O arrependimento aparece como em uma televisão.
Vejo meus preconceitos, asneiras e omissão.
Desalumiado, vou para a luz pela qual entrei.
Acordo e desperto.
A redenção é necessária.
Estapafúrdio momento que brada pela consciência.
Chego ao fim, como quando criança, inocente.
Ao clamar por ajuda estou enfraquecendo meu espírito,
Mas não temo a perda da antiga prepotência.
Quero apenas planar por mundos esquecidos.
E dizer a todos que não sentem o peso da palavra “perdão”
Que ela existe, e é de todos os males: A salvação.
Nos crepúsculos vespertinos me ponho a pensar.
A maturidade chega, e com ela os conseqüentes problemas.
Analisei todos ao meu redor.
Julguei e tornei-me prisioneiros de minhas próprias criticas.
Proclamei o álcool como herdeiro e usei de armas pormenor.
Formei um purgatório.
Chorei lágrimas de culpa.
De alegrias não me fortaleci.
Abriu-se um estreito, e por ele passei.
Muralhas derrubadas, esculturas denegridas,
Vários pensamentos em construção.
Estou na minha mente.
O arrependimento aparece como em uma televisão.
Vejo meus preconceitos, asneiras e omissão.
Desalumiado, vou para a luz pela qual entrei.
Acordo e desperto.
A redenção é necessária.
Estapafúrdio momento que brada pela consciência.
Chego ao fim, como quando criança, inocente.
Ao clamar por ajuda estou enfraquecendo meu espírito,
Mas não temo a perda da antiga prepotência.
Quero apenas planar por mundos esquecidos.
E dizer a todos que não sentem o peso da palavra “perdão”
Que ela existe, e é de todos os males: A salvação.
Amar a ilusão
Havia vida por trás do sonho
Havia sonho por trás da libido
Sentia calafrios pelas extremidades
Sentia dores nos meus sentidos.
Amei as flores do Éden,
mas flores não amam.
Lutei pelo prolongamento do sentimento.
Matei-me dia-após-dia, pra quê tanto sofrimento?
O olhar faz a luz voltar a incandescer no poente das metáforas.
Novamente sinto algo nascer.
O brado guerreiro solta-se no silêncio da terra.
O puro mistura-se com efêmero
E as falácias de uma rapsódia terna
Saem de seus casulos morais.
Sinto a brisa dos mares numa montanha inóspita.
Não adianta querelar da revelação.
Tente viver a sórdida e pecaminosa ilusão.
Havia sonho por trás da libido
Sentia calafrios pelas extremidades
Sentia dores nos meus sentidos.
Amei as flores do Éden,
mas flores não amam.
Lutei pelo prolongamento do sentimento.
Matei-me dia-após-dia, pra quê tanto sofrimento?
O olhar faz a luz voltar a incandescer no poente das metáforas.
Novamente sinto algo nascer.
O brado guerreiro solta-se no silêncio da terra.
O puro mistura-se com efêmero
E as falácias de uma rapsódia terna
Saem de seus casulos morais.
Sinto a brisa dos mares numa montanha inóspita.
Não adianta querelar da revelação.
Tente viver a sórdida e pecaminosa ilusão.
A morte da moral
Rótulos dantescos,
Um salve a pasmaceira.
Escuto as claques da infâmia.
Insisto em dogmatismos contra asneiras.
Iconoclasta!
Insiro-me na social-decadência.
Capitalista!
Projeto-me na imagem da falência.
Um hausto monetário,
Um beóscio humanitário.
A procedência da moral é irrelevante.
O conceito antecedido da razão é a de um infante.
Na ilha da plenitude,
Na favela dos pudores,
Nos sonhos marginalizados,
Nas imoralidades dos rumores.
Conclusões me vêm à mente.
Sigo meus instintos inocentes.
(Aos 15 drogado, aos 19 decente)
Instigo a ressurreição das falácias que proferi.
E clamo na montanha racional
Para que destoem minhas ideologias sobre a morte da moral
Um salve a pasmaceira.
Escuto as claques da infâmia.
Insisto em dogmatismos contra asneiras.
Iconoclasta!
Insiro-me na social-decadência.
Capitalista!
Projeto-me na imagem da falência.
Um hausto monetário,
Um beóscio humanitário.
A procedência da moral é irrelevante.
O conceito antecedido da razão é a de um infante.
Na ilha da plenitude,
Na favela dos pudores,
Nos sonhos marginalizados,
Nas imoralidades dos rumores.
Conclusões me vêm à mente.
Sigo meus instintos inocentes.
(Aos 15 drogado, aos 19 decente)
Instigo a ressurreição das falácias que proferi.
E clamo na montanha racional
Para que destoem minhas ideologias sobre a morte da moral
Poder Judiciário
Somos cegos;
por incerteza da veracidade,
Surdos;
para as pressões de uma mídia unilateral,
Mudos;
para o não levantamento de suposições,mas temos o ativo tato;
para contar as cédulas de um poder marginal
por incerteza da veracidade,
Surdos;
para as pressões de uma mídia unilateral,
Mudos;
para o não levantamento de suposições,mas temos o ativo tato;
para contar as cédulas de um poder marginal
3.1.07
O iconoclasta
Negação.
Esse é meu compromisso.
Violação.
A premissa do meu Eu artístico.
O papa morreu,
mas sua instituição ainda caminha pelo globo
difundindo a ignorância sobre a vida de hereges e ateus.
Irei gritar;
para todos que, assim, como eu
Sentem-se lesados por uma história decadente;
Causada pela igreja e seu apogeu.
Não me aceito.
A vida é a rejeição.
Não choro.
As lágrimas são para os fracos.
Não vivo.
Viver é demonstrar fraqueza,
é seguir a velha tradição.
Insiro na minha personalidade o reflexo das minhas criticas.
Enxerto na cavidade torácica emoções nunca vividas.
Quero ser a mentira da auto-realização independente.
Ser o louco a ignorar os ícones sociais.
Ser o lúcido a defender idéias de forma voraz.
Sou o iconoclasta.
A tudo que está estabelecido, serei o contra.
Não serei a gota divina do sangue do Cristo,
e sim suas ilusões e falácias.
Negação.
Esse é meu compromisso.
Violação.
A premissa do meu Eu artístico.
O papa morreu,
mas sua instituição ainda caminha pelo globo
difundindo a ignorância sobre a vida de hereges e ateus.
Irei gritar;
para todos que, assim, como eu
Sentem-se lesados por uma história decadente;
Causada pela igreja e seu apogeu.
Não me aceito.
A vida é a rejeição.
Não choro.
As lágrimas são para os fracos.
Não vivo.
Viver é demonstrar fraqueza,
é seguir a velha tradição.
Insiro na minha personalidade o reflexo das minhas criticas.
Enxerto na cavidade torácica emoções nunca vividas.
Quero ser a mentira da auto-realização independente.
Ser o louco a ignorar os ícones sociais.
Ser o lúcido a defender idéias de forma voraz.
Sou o iconoclasta.
A tudo que está estabelecido, serei o contra.
Não serei a gota divina do sangue do Cristo,
e sim suas ilusões e falácias.
A parceria dégagé-viral
Comunicação internética; frenética ilusão.
Sou eu: Vírus!, a corromper
todo o seu Hd.
Sem querer, vais ter tempo...
pra responder ao último e-mail de um certo dègagè.
- O que será que este e-mail irá conter?
- Vou dar uma dica: Abre pra ver!
Curiosa, parte pro MSN,
delicada qual condessa do Antigo Iêmen.
Travou!Fudeu!...
Aquele vírus já corrompeu!
Miserável! Por que não cumpriu o que prometeu?
-Porque é mais emocionante, dègagè,
dizer olhando nos teus olhos.
- E o que esse tal dègagè quer tanto dizer?
- Ah, descobrirás quando o vir.
- E como o reconhecer?
”Ao olhar nos olhos dele, sentirás a luz incandescer (...)”
- Não entendo de metáforas, odeio português:
Sou um vírus, não tenho nada! A dizer.
Espere-o, espere-me no sábado, na sua cidade,que eu, ele há de aparecer...
- E o que ele, você tem a dizer?
- Kwen kwen. E eu lá vou saber?
"ERRO! ERRO! ERRO! Essa operação não pode ser realizada. Todos os seus dados foram apagados. Sua única salvação é ter o dègagè ao seu lado
"Onde estás, descendente de Pilatos?
-Onde sempre estive, de onde nunca sairei.
De um pôster, no teu quarto!
Sou eu: Vírus!, a corromper
todo o seu Hd.
Sem querer, vais ter tempo...
pra responder ao último e-mail de um certo dègagè.
- O que será que este e-mail irá conter?
- Vou dar uma dica: Abre pra ver!
Curiosa, parte pro MSN,
delicada qual condessa do Antigo Iêmen.
Travou!Fudeu!...
Aquele vírus já corrompeu!
Miserável! Por que não cumpriu o que prometeu?
-Porque é mais emocionante, dègagè,
dizer olhando nos teus olhos.
- E o que esse tal dègagè quer tanto dizer?
- Ah, descobrirás quando o vir.
- E como o reconhecer?
”Ao olhar nos olhos dele, sentirás a luz incandescer (...)”
- Não entendo de metáforas, odeio português:
Sou um vírus, não tenho nada! A dizer.
Espere-o, espere-me no sábado, na sua cidade,que eu, ele há de aparecer...
- E o que ele, você tem a dizer?
- Kwen kwen. E eu lá vou saber?
"ERRO! ERRO! ERRO! Essa operação não pode ser realizada. Todos os seus dados foram apagados. Sua única salvação é ter o dègagè ao seu lado
"Onde estás, descendente de Pilatos?
-Onde sempre estive, de onde nunca sairei.
De um pôster, no teu quarto!
A Peste
A peste que assola mente
torna-me dia-a-dia inconseqüente
leproso ante todos os doentes.
Traz depressão, mas também traz a necessária inspiração.
Percebe?
essa peste não vem de individuo são.
O preto se torna branco,
esvaem-se as cores.
Freud chama-me para dar a explicação
Pára. Olha. Suprime qualquer expressão.
Sorri breve em respiro longo.
E me indaga, cínico, o endeusado pelos gregos:
Essa peste é só mais uma abstração
Finjo não encarar a metáfora,
já que somente as estrelas me darão a solução.
Deito. Choro. Instigo a emoção
Descubro o problema.
Resolvo:
Arrancar meu coração!
torna-me dia-a-dia inconseqüente
leproso ante todos os doentes.
Traz depressão, mas também traz a necessária inspiração.
Percebe?
essa peste não vem de individuo são.
O preto se torna branco,
esvaem-se as cores.
Freud chama-me para dar a explicação
Pára. Olha. Suprime qualquer expressão.
Sorri breve em respiro longo.
E me indaga, cínico, o endeusado pelos gregos:
Essa peste é só mais uma abstração
Finjo não encarar a metáfora,
já que somente as estrelas me darão a solução.
Deito. Choro. Instigo a emoção
Descubro o problema.
Resolvo:
Arrancar meu coração!
Assinar:
Postagens (Atom)