Alguma coisa que você faz poderá mudar sua vida agora.
Qualquer notícia que se diga, poderá vir voando agora e estacionar em frente a tua janela.
Acidentes ocorrem e rasgam a pleura.
Você pode não fazer nada.
Porque tudo que fez até agora, foi insignificante.
Então o melhor a fazer deve ser mesmo esperar por uma notícia.
Ainda sem ter certeza, você pode ter certeza.
Você pode chorar com essa notícia.
Qualquer notícia pode te fazer chorar.V
ocê pode rir de qualquer coisa também.
Você pode ficar em casa e rir.
Qualquer coisa que te digam pode te fazer rir.
Você pode nem ligar.
Você sabe o valor real do tempo.
Qualquer coisa pode você nem sentir.
Porque sentir até agora, foi insignificante.
Qualquer coisa que se faça, que se diga, por escrito, por delito, por bonito, ou verbalmente, não provoca abalo cínico ou verídico em mim.
14.2.08
13.2.08
joe
Hey Joe
Não cale antes do sol se pôr
Não feche os olhos antes do amanhecer
Você tem tudo pra ser e vai ser
Joe
Hey Joe
Se você não fala desaprendo a andar
Me olha nos olhos e não é mais
Joe
Hey Joe
Um dia a gente vai se encontrar
de novo
Joe
Não cale antes do sol se pôr
Não feche os olhos antes do amanhecer
Você tem tudo pra ser e vai ser
Joe
Hey Joe
Se você não fala desaprendo a andar
Me olha nos olhos e não é mais
Joe
Hey Joe
Um dia a gente vai se encontrar
de novo
Joe
11.12.07
O inconsciente
Os restos mortais, já em estado de putrefação, ocupavam o mesmo espaço.
Ao ponto que se aproximavam de uma imagem dantesca.
O membro sexual, de um deles, perfurava, como um punhal, a superfície craniana de outro.
Atravessando todo o encéfalo e de forma exógena saindo pelo maxilar, junto com os gânglios cerebelares.
Aquela imagem parecia sensibilizar o camponês.
As lágrimas corriam aos olhos.
Quando, em um lapso, vê objetos.
O alinhamento desses, até para um camponês, era estranho.
Ele inicia uma busca por bens de consumo.
Levando carteiras, relógios, celulares e um laptop.
A dor, de ver cenas bizarras, anteriormente, parecia ter sido finalizada.
A alegria tomou conta do homem.
Ao sair do carro empurra os restos mortais e todas as toneladas de ferro, que os recobria, penhasco abaixo.
Começa então a mexer nos artefatos, esses quais nunca tinha visto na vida.
Abre o laptop e se depara com a assustadora imagem.
Era a mesma imagem que tinha visto naquele carro.
O inexplicável veio até ele.
Sua mente que nunca tinha sido exercitada, agora estava em ritmo acelerado.
Suas pernas lhe levavam à beira do penhasco.
As mãos trêmulas, taquicardia, as alucinações, estavam claras.
A leveza em seu corpo propiciava-lhe forças, que pensava ele, para um vôo.
Pula do penhasco para encontrar o destino, mas antes a morte o encontra.
Como três garotos inconseqüentes, ele, ignorou o inconsciente.
Tornou-se refém da loucura e perdeu a noção da razão.
Ao ponto que se aproximavam de uma imagem dantesca.
O membro sexual, de um deles, perfurava, como um punhal, a superfície craniana de outro.
Atravessando todo o encéfalo e de forma exógena saindo pelo maxilar, junto com os gânglios cerebelares.
Aquela imagem parecia sensibilizar o camponês.
As lágrimas corriam aos olhos.
Quando, em um lapso, vê objetos.
O alinhamento desses, até para um camponês, era estranho.
Ele inicia uma busca por bens de consumo.
Levando carteiras, relógios, celulares e um laptop.
A dor, de ver cenas bizarras, anteriormente, parecia ter sido finalizada.
A alegria tomou conta do homem.
Ao sair do carro empurra os restos mortais e todas as toneladas de ferro, que os recobria, penhasco abaixo.
Começa então a mexer nos artefatos, esses quais nunca tinha visto na vida.
Abre o laptop e se depara com a assustadora imagem.
Era a mesma imagem que tinha visto naquele carro.
O inexplicável veio até ele.
Sua mente que nunca tinha sido exercitada, agora estava em ritmo acelerado.
Suas pernas lhe levavam à beira do penhasco.
As mãos trêmulas, taquicardia, as alucinações, estavam claras.
A leveza em seu corpo propiciava-lhe forças, que pensava ele, para um vôo.
Pula do penhasco para encontrar o destino, mas antes a morte o encontra.
Como três garotos inconseqüentes, ele, ignorou o inconsciente.
Tornou-se refém da loucura e perdeu a noção da razão.
6.12.07
Memórias do amor passado.
Aquele amor singelo,
Sem escrúpulos excessivos,
Perdia-se em chamas neste amargo coração.
As flores entreteciam-se naquele momento.
As lágrimas recobriam a face daquela doce senhorita.
Joguei-me ao vazio,
Mas a encontrava em sonhos.
Tornei-me a razão, mesmo sendo a própria emoção.
- Sou teu fâmulo, fiel amante.
Deixa meus braços te guiarem, que deixarei teus olhos, enfim, secarem.
Mas, relutante, tenho que falar-te algo.
Pois teu destino é o meu, embora teimes, na calada, não ser a Julieta deste Romeu.
Quisera eu ter certeza de nossa eternidade, para, então, cultuar a imagem de todas as nossas brevidades.
Sem escrúpulos excessivos,
Perdia-se em chamas neste amargo coração.
As flores entreteciam-se naquele momento.
As lágrimas recobriam a face daquela doce senhorita.
Joguei-me ao vazio,
Mas a encontrava em sonhos.
Tornei-me a razão, mesmo sendo a própria emoção.
- Sou teu fâmulo, fiel amante.
Deixa meus braços te guiarem, que deixarei teus olhos, enfim, secarem.
Mas, relutante, tenho que falar-te algo.
Pois teu destino é o meu, embora teimes, na calada, não ser a Julieta deste Romeu.
Quisera eu ter certeza de nossa eternidade, para, então, cultuar a imagem de todas as nossas brevidades.
30.11.07
Revoltas animais - O psicopata.
Antes de mais nada não sou o que escrevo.
Escrito em 2004.
Nem corrigirei os erros.
Ps: Numa poesia, como em uma redação, uma palavra como matarei, repetida, "mata" qualquer linha de pensamento.
Mas, o que importa é a idéia.
Depois irei refazê-la, com novos conceitos e novas técnicas.
-----------------------------------------------------------------------------------------
O começo deste fim jocoso.
O final da vida sem sentido.
O sentimento do sociopata medroso.
A dor de um romântico enrustido.
Matarei meus medos.
Enterrarei, no subconsciente, que você existiu.
Cuspirei na sua face e rirei do ridículo ao qual se permitiu.
Jogarei sinuca com seus olhos,
Encherei de sangue seus pulmões.
Se fosses homem arrancaria seus colhões.
És mulher então arranco seu mamilo;
Na sua boca, gozarei pelo prazer não vivido.
Na sua vulva plantarei sementes demoníacas.
Comerei uma por uma suas artérias Ilíacas,
Para que sua pelve seja fechada.
Te matarei, desgraçada!
Cometerei suicídio, um dia, para ficar na lembrança
Dos seus entes que sofreram com o estado da sua insignificância.
Para não me verem na cadeia.
Para não terem o gosto da vingança!
Sou o monstro que mostro ser.
Não sou nada além de matéria em decomposição.
Sou novamente o Anticristo.
Sou o morto desta nova geração...
Escrito em 2004.
Nem corrigirei os erros.
Ps: Numa poesia, como em uma redação, uma palavra como matarei, repetida, "mata" qualquer linha de pensamento.
Mas, o que importa é a idéia.
Depois irei refazê-la, com novos conceitos e novas técnicas.
-----------------------------------------------------------------------------------------
O começo deste fim jocoso.
O final da vida sem sentido.
O sentimento do sociopata medroso.
A dor de um romântico enrustido.
Matarei meus medos.
Enterrarei, no subconsciente, que você existiu.
Cuspirei na sua face e rirei do ridículo ao qual se permitiu.
Jogarei sinuca com seus olhos,
Encherei de sangue seus pulmões.
Se fosses homem arrancaria seus colhões.
És mulher então arranco seu mamilo;
Na sua boca, gozarei pelo prazer não vivido.
Na sua vulva plantarei sementes demoníacas.
Comerei uma por uma suas artérias Ilíacas,
Para que sua pelve seja fechada.
Te matarei, desgraçada!
Cometerei suicídio, um dia, para ficar na lembrança
Dos seus entes que sofreram com o estado da sua insignificância.
Para não me verem na cadeia.
Para não terem o gosto da vingança!
Sou o monstro que mostro ser.
Não sou nada além de matéria em decomposição.
Sou novamente o Anticristo.
Sou o morto desta nova geração...
25.11.07
Voltei.
Voltei,
A realidade me chama para avisar que minha vida apenas começara...
Voltei,
Porque me chamastes de perdedor.
Por acreditar que, na verdade, sou o retrato da coerência,
A imagem do salvador.
Voltei,
Porque sou egocêntrico,
Imbecil, menino ingênuo...
Voltei,
Porque sou vencedor e nunca acreditei que o sonho, realmente, acabou.
Voltei,
Pois sou todos os sonhos infantis;
Com alguns toques de consciência e estupidez vis...
Enfim, voltei...
Pois sou a força maior da qual tanto precisei.
Porque tenho fé em mim e isto é a única idiotice que falei...
A magia passou, o consciente se sobrepôs ao Subconsciente.
Alucinações,
Doenças filantrópicas.
Sou um novo ser.
Morri, mas tinha uma missão.
Descobrir entre eu e vocês uma relação.
Olho as paredes, visualizando, nas sombras, as almas.
Para, enfim, saber.
Sou tudo que esperava não ser.
Eu sou ao avesso você.
A realidade me chama para avisar que minha vida apenas começara...
Voltei,
Porque me chamastes de perdedor.
Por acreditar que, na verdade, sou o retrato da coerência,
A imagem do salvador.
Voltei,
Porque sou egocêntrico,
Imbecil, menino ingênuo...
Voltei,
Porque sou vencedor e nunca acreditei que o sonho, realmente, acabou.
Voltei,
Pois sou todos os sonhos infantis;
Com alguns toques de consciência e estupidez vis...
Enfim, voltei...
Pois sou a força maior da qual tanto precisei.
Porque tenho fé em mim e isto é a única idiotice que falei...
A magia passou, o consciente se sobrepôs ao Subconsciente.
Alucinações,
Doenças filantrópicas.
Sou um novo ser.
Morri, mas tinha uma missão.
Descobrir entre eu e vocês uma relação.
Olho as paredes, visualizando, nas sombras, as almas.
Para, enfim, saber.
Sou tudo que esperava não ser.
Eu sou ao avesso você.
7.11.07
O brasileiro só se fode.
Adaptação de "O brasileiro sonhador", 2004.
Tava revendo algumas poesias e escritos antigos.
Acabei vendo esta.
Se bem que não estava assim, estava cheia de erros gramaticais.
Mas, os corrigi e aí está.
São duas histórias em uma só.
Vou voando às nuvens.
O sonho me possibilita tudo.
Guio-me pelas estrelas.
Das três Marias à ursa maior.
Torno-me um pássaro...
Criptográfo, na memória, todos os lugares por quais passei.
Até os quais nunca quis, realmente, conhecer.
Já fui até Paris, sentir o movimento astral.
Já fui para doce Roma, da arquitetura e gastronomia fenomenal...
Agora estou no Brasil.
Putz... Que país marginal!
Ricos são homens... Pobres, bichos!
Por que será que sustentam tal mentalidade Boçal?
(PAUSA)
- Uma bala atravessou a parede.
Uma criança acabou de morrer.
Seu único crime foi não ter como se esconder.
-Por que, Deus?
Por que nos abandonastes?
Triste, enfim, por saber que estes apelos não serão escutados.
Pois pequei, como tantos outros, pequei por ser, sempre, sádico. -
Racionalizei...
Então, pois, aos meus olhos, aqueles pés, contraídos, bradavam pela libertação.
Tamanha é minha dor que vôo bem alto.
E com um rasante me jogo ao chão.
Como esperava...
A morte é o fim do pensamento e início da desintegração carnal.
As vísceras já se mostravam pútridas.
Pedaços e mais pedaços, deste corpo, esparramados naquele solo fértil.
A ressurreição viria com a corrente de ar que passava.
O brasileiro acaba de morrer.
O hino nacional não faz mais tanto efeito.
A mão no peito, demonstrando amor à pátria, se tornou clichê.
A esperança deu lugar à desconfiança.
No inferno, explicava-se ao demônio.
“Cumpri meus deveres, jogando meus direitos no lixo.
Amei minha pátria, mas ela virou-me as costas.
Tentei modificar o país, honrei a bandeira.
Enfim, vi desmoronar meus sonhos, meus ideais.
A lucidez se foi ao ver a juventude falecer sem culpa”.
E ele, por fim, o disse:
"Vivestes em uma sociedade hipócrita, senil e ultrapassada.
Mas, sem fé na revolução, fostes a caça do predador de almas".
Tava revendo algumas poesias e escritos antigos.
Acabei vendo esta.
Se bem que não estava assim, estava cheia de erros gramaticais.
Mas, os corrigi e aí está.
São duas histórias em uma só.
Vou voando às nuvens.
O sonho me possibilita tudo.
Guio-me pelas estrelas.
Das três Marias à ursa maior.
Torno-me um pássaro...
Criptográfo, na memória, todos os lugares por quais passei.
Até os quais nunca quis, realmente, conhecer.
Já fui até Paris, sentir o movimento astral.
Já fui para doce Roma, da arquitetura e gastronomia fenomenal...
Agora estou no Brasil.
Putz... Que país marginal!
Ricos são homens... Pobres, bichos!
Por que será que sustentam tal mentalidade Boçal?
(PAUSA)
- Uma bala atravessou a parede.
Uma criança acabou de morrer.
Seu único crime foi não ter como se esconder.
-Por que, Deus?
Por que nos abandonastes?
Triste, enfim, por saber que estes apelos não serão escutados.
Pois pequei, como tantos outros, pequei por ser, sempre, sádico. -
Racionalizei...
Então, pois, aos meus olhos, aqueles pés, contraídos, bradavam pela libertação.
Tamanha é minha dor que vôo bem alto.
E com um rasante me jogo ao chão.
Como esperava...
A morte é o fim do pensamento e início da desintegração carnal.
As vísceras já se mostravam pútridas.
Pedaços e mais pedaços, deste corpo, esparramados naquele solo fértil.
A ressurreição viria com a corrente de ar que passava.
O brasileiro acaba de morrer.
O hino nacional não faz mais tanto efeito.
A mão no peito, demonstrando amor à pátria, se tornou clichê.
A esperança deu lugar à desconfiança.
No inferno, explicava-se ao demônio.
“Cumpri meus deveres, jogando meus direitos no lixo.
Amei minha pátria, mas ela virou-me as costas.
Tentei modificar o país, honrei a bandeira.
Enfim, vi desmoronar meus sonhos, meus ideais.
A lucidez se foi ao ver a juventude falecer sem culpa”.
E ele, por fim, o disse:
"Vivestes em uma sociedade hipócrita, senil e ultrapassada.
Mas, sem fé na revolução, fostes a caça do predador de almas".
25.10.07
A libertação do pensamento.
O pensamento se afasta da liberdade poética e aproxima-se da filosofia niilista.
Morram os dogmas e fermentem a renascença
Espiritual, material e até a banal.
Entre dissabores e incongruências psíquicas,
Valho de minhas obscuras tentações.
Sirvo de esboço para o novo homem.
Sirvo de escora para novas gerações!
Traumatismo sensato,
Extraindo a inércia moral da juventude.
Batalhas sobre mitos;
Psicologia sobre escritos.
A personalização do extraterreno
Faz das claques, realidade.
Dos tolos, hagiógrafos do niilismo.
Levando ignotos a se restringirem ao cristão exílio.
Apareço como a incógnita dantesca.
Levantando hastes e proclamando a republica
Da inexistência da vida pós-morte.
Da falência dos infecundos conceitos,
Da hipocrisia e dos falsos direitos.
-Dedicado à Nietzsche-
Morram os dogmas e fermentem a renascença
Espiritual, material e até a banal.
Entre dissabores e incongruências psíquicas,
Valho de minhas obscuras tentações.
Sirvo de esboço para o novo homem.
Sirvo de escora para novas gerações!
Traumatismo sensato,
Extraindo a inércia moral da juventude.
Batalhas sobre mitos;
Psicologia sobre escritos.
A personalização do extraterreno
Faz das claques, realidade.
Dos tolos, hagiógrafos do niilismo.
Levando ignotos a se restringirem ao cristão exílio.
Apareço como a incógnita dantesca.
Levantando hastes e proclamando a republica
Da inexistência da vida pós-morte.
Da falência dos infecundos conceitos,
Da hipocrisia e dos falsos direitos.
-Dedicado à Nietzsche-
8.10.07
O rei do banheiro.
Rei do Banheiro
Acordo.
Ainda com os olhos queimando ao Sol.
Em um lapso corro ao meu trono.
Levanto o portão do meu reino.
Arriba! Sou rei, não é sonho!
Ergo-me imponente.
Olho nas ventosas da minha linda Argentina.
Caminho graciosamente.
Mas esperem, todos pelo palácio olham-me diferente.
O que será que acontece?
Vou matar todos estes insolentes!
Então, olho para trás...
- Porra! Papel higiênico preso ao sapato.
E de repente, um grande rastro tornou-se visível ao chão;
De longe avisto aquele composto marrom, derivado de excretas, armazenados no Real intestino!
Que vergonha!
Esqueci de limpar-me!
Oh! Senhor! Será, então, jocoso o meu destino?
Saio rapidamente.
Encarar o mundo real.
Necessidade eloqüente!
Julgamento moral.
Chego ao Brasil.
E o Brasil me fará Rei!
Campanha...
Gastos...
Fortuna perdida.
E o poder? Ganhei!
Esplendorosa sensação de respeito.
Calorosa aclamação deste povo abençoado.
Primeiro dia.
Ai que alegria!
Hora de rir da sociedade e das verdades que ela sempre omitia.
Então, a passos largos, caminho de volta ao meu trono.
Mas, a história se repete como o R.E.M do meu sonho.
Sou deposto!
Suprimiram meu poder!
De reto fatal, a serzinho banal,
Causador de risos, esfíncter anal.
Sou o escracho do cidadão comum.
Ídolos passageiros.
Sou aquele,
O rei do Banheiro!
Acordo.
Ainda com os olhos queimando ao Sol.
Em um lapso corro ao meu trono.
Levanto o portão do meu reino.
Arriba! Sou rei, não é sonho!
Ergo-me imponente.
Olho nas ventosas da minha linda Argentina.
Caminho graciosamente.
Mas esperem, todos pelo palácio olham-me diferente.
O que será que acontece?
Vou matar todos estes insolentes!
Então, olho para trás...
- Porra! Papel higiênico preso ao sapato.
E de repente, um grande rastro tornou-se visível ao chão;
De longe avisto aquele composto marrom, derivado de excretas, armazenados no Real intestino!
Que vergonha!
Esqueci de limpar-me!
Oh! Senhor! Será, então, jocoso o meu destino?
Saio rapidamente.
Encarar o mundo real.
Necessidade eloqüente!
Julgamento moral.
Chego ao Brasil.
E o Brasil me fará Rei!
Campanha...
Gastos...
Fortuna perdida.
E o poder? Ganhei!
Esplendorosa sensação de respeito.
Calorosa aclamação deste povo abençoado.
Primeiro dia.
Ai que alegria!
Hora de rir da sociedade e das verdades que ela sempre omitia.
Então, a passos largos, caminho de volta ao meu trono.
Mas, a história se repete como o R.E.M do meu sonho.
Sou deposto!
Suprimiram meu poder!
De reto fatal, a serzinho banal,
Causador de risos, esfíncter anal.
Sou o escracho do cidadão comum.
Ídolos passageiros.
Sou aquele,
O rei do Banheiro!
Assinar:
Postagens (Atom)