O juiz
Sem querer ser chato...
Sinto em informar:
Sou o novo juiz.
Viver virou crime e a sua fiança vou contar...
Três colheres de açúcar e seis ovos a misturar.
Uma massa gostosa e um belo bolo me fará;
Assim então te perdôo e deixar-te-ei livre ficar.
Agora, com uma ressalva, prometa que nunca deixará de pecar!
Quem ri por último( Lei Maria da Penha)
Eu choro, ela ri.
Eu a espanco, ela chora.
Eu rio, ela denuncia.
Eu sou preso, ela ri.
Eu sou solto, ela me persegue.
Eu choro, ela me espanca.
Eu denuncio, ela ri.
Eu sou preso, ela chora.
Competição peniana - Verdades distorcidas.
- Ei, cara.
- Qual foi?
- Nenhuma...
- Então, porque falaste comigo?
- Educação, seu filho da puta escroto.
- Vai tomar no cu, fresco safado.
- Vem dar uma chupada na minha bilola de 25cm!
- Essa merda não tem nem 10cm.
- Você tá duvindo é, bicha de merda?
- Tou... Tira essa rola pra fora!
- Tá, não tem 25cm, mas aposto que é maior que o teu.
- No três abaixamos pra ver quem tem o maior.
- Beleza.
1... 2... 3...
- Ah! Otário! Que pau pequeno, pau de japonês.
- Só preciso de 7cm pra alcançar o clítoris.
- Pau de japonês! Espera todo mundo saber. Estás fudido.
- Pode contar... Mas, você vai se fuder mais do que eu.
- Como assim?
- Eu direi que você chupou meu pau de japonês.
- Ninguém acreditaria...
- Rapaz, acredita mesmo nisso?
- Não sei.
- Bora fazer o seguinte...
- O que?
- Você não conta do meu pau e eu não espalho que você chupou meu pau.
- Mas, eu não chupei, porra.
- Beleza, pode chupar agora, assim não seria mentira e eu teria um segredo.
- Vai te foder, bicha.
- Não diga que eu não avisei... Imagine como você vai ficar conhecido...
Dia seguinte...
Chupador de pica, chupador de pica, chupador de pica.
- Vão se fuder, bando de filhos da puta. Não chupei ninguém.
- Ei, cara!
- Você contou, seu filho da puta!
- Ei, relaxe. Não contei nada. Você mesmo disse que não aconteceu.
- E como a galera ficou sabendo?
- Talvez eu tenha um amigo que é experiente em photoshop... E talvez ela tenha feito uma montagem.
- Seu filho da puta do pau pequeno.
- Cara, eu usei a cabeça. Qualquer coisa que tu disser pra galera vai pegar mal.
- Como assim?
- Ninguém nem ligou se meu pau era pequeno. Só focaram a chupada.
- Filho da puta!
30.8.08
25.8.08
¨
Essa brisa que se sente é o persuadir desalento do desejo de sentir o vento
o furacão do vento
O sonho do sono são só imagens rarefeitas
É só o sopro da noite
O mesmo que te põe a dormir
Voar caindo, rasgando o céu sem ilusões
Num simples propósito de desvendar até aonde o chão pode ser infinito
de olhos abertos, de olhos fechados
Ou sem nenhum propósito aparente
Pelo simples chilique impulsivo de um grito repulsivo que pulsa por dentro
Ante a pensamentos inoportunos
Submeter-se a quais pedaços
Talvez somente optando não pensar diante das partes
Pensar em quem para não correr o risco
de não estar vivo para se arrepender
o furacão do vento
O sonho do sono são só imagens rarefeitas
É só o sopro da noite
O mesmo que te põe a dormir
Voar caindo, rasgando o céu sem ilusões
Num simples propósito de desvendar até aonde o chão pode ser infinito
de olhos abertos, de olhos fechados
Ou sem nenhum propósito aparente
Pelo simples chilique impulsivo de um grito repulsivo que pulsa por dentro
Ante a pensamentos inoportunos
Submeter-se a quais pedaços
Talvez somente optando não pensar diante das partes
Pensar em quem para não correr o risco
de não estar vivo para se arrepender
21.8.08
21 DE AGOSTO
Fechado em meu quarto
Guardo em mim o meu maior tesouro
Minha mente intranquila
Questionando sonhos
Escuto vozes no quintal
Não é a polícia
Já não têm porque me perseguir
Será então bandidos?
E o que eu tenho pra roubarem
Se a muito já levaram o que eu tinha de valor
Na vertigem procurava encontrar
O que havia perdido ou abandonado
É difícil ter certeza
E eu não podia, deixar de acreditar
Adeus amor
Passo a ter fé
Para provar que sou mais forte que Deus
Adeus rock and roll
Entrego a dança
Troco o Lp do Jonh, por um livro do Paul
Um instante sóbrio
Me faz perceber o erro
Em punho, guitarra
Não espada, mas morte
Me torno herói Andando em Nova York
O palhaço sou eu
Neste novo século
Não entendo nada
O rebú lá fora
Fui eu quem o causou
O então profeta
Falava do Senhor
E confundiram com amor
Mas me abandonaram, as três
Horas na rodoviária
Impossível conviver com a realidade
Então saio pelos fundos
Rumo a padaria
Já sem a minha capa escura
Estranha armadura
Arrasto o meu pijama, irreconhecível
Já não sou Cowboy, mas combalido
Pois me dizem o que fazer
Depois de tudo que foi dito
Me é estranho crer então
Reforço a idéia
De que é melhor não ver, não encontrar
Pois tudo para mim ainda é fácil
Já que tudo eram verdades roucas
Quando não há verdade absoluta
Em meio a tantas verdades
E mentiras sem canalhice
Deixo uma dúvida
Uma das coisas que eu também não entendi
Mas só vocês compreenderão
Pois ainda poderão enxergar
Nesta semana a lua sobre a luz
E estará revelado um segredo
Eu que nasci num dia de sol
Encontro novamente o meu princípio
De que não me basta sonhar, só
Guardo em mim o meu maior tesouro
Minha mente intranquila
Questionando sonhos
Escuto vozes no quintal
Não é a polícia
Já não têm porque me perseguir
Será então bandidos?
E o que eu tenho pra roubarem
Se a muito já levaram o que eu tinha de valor
Na vertigem procurava encontrar
O que havia perdido ou abandonado
É difícil ter certeza
E eu não podia, deixar de acreditar
Adeus amor
Passo a ter fé
Para provar que sou mais forte que Deus
Adeus rock and roll
Entrego a dança
Troco o Lp do Jonh, por um livro do Paul
Um instante sóbrio
Me faz perceber o erro
Em punho, guitarra
Não espada, mas morte
Me torno herói Andando em Nova York
O palhaço sou eu
Neste novo século
Não entendo nada
O rebú lá fora
Fui eu quem o causou
O então profeta
Falava do Senhor
E confundiram com amor
Mas me abandonaram, as três
Horas na rodoviária
Impossível conviver com a realidade
Então saio pelos fundos
Rumo a padaria
Já sem a minha capa escura
Estranha armadura
Arrasto o meu pijama, irreconhecível
Já não sou Cowboy, mas combalido
Pois me dizem o que fazer
Depois de tudo que foi dito
Me é estranho crer então
Reforço a idéia
De que é melhor não ver, não encontrar
Pois tudo para mim ainda é fácil
Já que tudo eram verdades roucas
Quando não há verdade absoluta
Em meio a tantas verdades
E mentiras sem canalhice
Deixo uma dúvida
Uma das coisas que eu também não entendi
Mas só vocês compreenderão
Pois ainda poderão enxergar
Nesta semana a lua sobre a luz
E estará revelado um segredo
Eu que nasci num dia de sol
Encontro novamente o meu princípio
De que não me basta sonhar, só
13.8.08
Pedra Bruta
Quem te ensinou a rezar
Vai pagar todos os teus pecados no inferno
Vai queimar por suas desilusões
A quem te ensinou a amar
Resta pagar os próprios pecados em plena terra
Prá morrer cedo
E será um anjo do céu
Ou talvez vá chorar
Ao lembrar que "o fracasso parece nome de perfume"
Você é realmente uma peça rara
Pretensiosa e cara
Até me arde a mão ao tocá-la
Que sinto medo de deixar cair
Espatifar-se pelo chão
Ou esquecê-la em qualquer lugar
És tão pequena e imatura
Que te guardo em minha mão
e deixo rolar pelo meu corpo inteiro
e deixo rolar pelo meu corpo inteiro
Do mesmo jeito que te encontrei
Vou me fascinar por teu brilho
Mas baby, na luz não dá pra te ter por inteiro
Você não consegue brilhar
Vai pagar todos os teus pecados no inferno
Vai queimar por suas desilusões
A quem te ensinou a amar
Resta pagar os próprios pecados em plena terra
Prá morrer cedo
E será um anjo do céu
Ou talvez vá chorar
Ao lembrar que "o fracasso parece nome de perfume"
Você é realmente uma peça rara
Pretensiosa e cara
Até me arde a mão ao tocá-la
Que sinto medo de deixar cair
Espatifar-se pelo chão
Ou esquecê-la em qualquer lugar
És tão pequena e imatura
Que te guardo em minha mão
e deixo rolar pelo meu corpo inteiro
e deixo rolar pelo meu corpo inteiro
Do mesmo jeito que te encontrei
Vou me fascinar por teu brilho
Mas baby, na luz não dá pra te ter por inteiro
Você não consegue brilhar
30.7.08
Das verdades contidas no branco pálido.
Quisera ter certeza ao escrever.
Sentir que sou um pintor de um quadro...
Já pronto.
Olhar para cada lado deste papel enquadrado
E perceber que está completo.
Alentar uma necessidade leviana
Propor-me a pensar no novo.
Quisera ter este poder...
De escrever.
Sou vítima, culpado de vários crimes.
Mas, nunca fui processado,
Pois no rodapé deste retângulo esbranquiçado,
Sou como uma enxurrada que vem forte, imponente.
Roubando a essência de meus próprios alter-egos, cometendo o plágio.
Livro-me das dúvidas, da dubiedade, de meus maiores pecados.
Lascivamente, corrompo meu monitor, minha CPU e até
o mouse e o teclado.
Eles agora me veneram, como um Deus,
Pois de toda simulação feita (...)
Não sobraram verdades pra dizer.
Apenas nutrem-se de fé e esperança,
Assim produzindo aquilo que quero:
O desespero, o choro da decência
E o orgulho da própria ignorância.
Das verdades contidas no branco pálido...
Não sobraram nem
Meias
Humanas
Palavras.
Sentir que sou um pintor de um quadro...
Já pronto.
Olhar para cada lado deste papel enquadrado
E perceber que está completo.
Alentar uma necessidade leviana
Propor-me a pensar no novo.
Quisera ter este poder...
De escrever.
Sou vítima, culpado de vários crimes.
Mas, nunca fui processado,
Pois no rodapé deste retângulo esbranquiçado,
Sou como uma enxurrada que vem forte, imponente.
Roubando a essência de meus próprios alter-egos, cometendo o plágio.
Livro-me das dúvidas, da dubiedade, de meus maiores pecados.
Lascivamente, corrompo meu monitor, minha CPU e até
o mouse e o teclado.
Eles agora me veneram, como um Deus,
Pois de toda simulação feita (...)
Não sobraram verdades pra dizer.
Apenas nutrem-se de fé e esperança,
Assim produzindo aquilo que quero:
O desespero, o choro da decência
E o orgulho da própria ignorância.
Das verdades contidas no branco pálido...
Não sobraram nem
Meias
Humanas
Palavras.
29.7.08
O amor por Lola Sartrim.
Desta luz que carregas em tuas mãos,
que escondes para que outros não a vejam,
do toque de um amor chovido,
deste olhar penetrante,
sussuro, aos prantos, nas sombras:
As chagas que me trouxestes,
a invisibilidade aos olhos teus,
os cruéis raios vindos do rio,
não são suficientes, amor meu.
Não, quando apareces na constelação.
Vigorosa, esplêndida como nenhuma outra.
Roubo o último cacho em busca de sinais cardinais.
É chegada a hora do fogo, amor.
Os pés resvalando na terra batida,
a inveja - consumindo-me - dos amantes correspondidos,
tornam-se os últimos floreios para um fim, antes, descabido.
A dor de ver em meus punhos espinhos de um Cristo,
os olhos fechados, como vidros rotos.
É a finalização desta insanidade causada por um beijo.
Os pecados deste mel que a mim fora proibido
transformaram-se em meus últimos latejos.
que escondes para que outros não a vejam,
do toque de um amor chovido,
deste olhar penetrante,
sussuro, aos prantos, nas sombras:
As chagas que me trouxestes,
a invisibilidade aos olhos teus,
os cruéis raios vindos do rio,
não são suficientes, amor meu.
Não, quando apareces na constelação.
Vigorosa, esplêndida como nenhuma outra.
Roubo o último cacho em busca de sinais cardinais.
É chegada a hora do fogo, amor.
Os pés resvalando na terra batida,
a inveja - consumindo-me - dos amantes correspondidos,
tornam-se os últimos floreios para um fim, antes, descabido.
A dor de ver em meus punhos espinhos de um Cristo,
os olhos fechados, como vidros rotos.
É a finalização desta insanidade causada por um beijo.
Os pecados deste mel que a mim fora proibido
transformaram-se em meus últimos latejos.
27.7.08
Domingo
Dias novos são iguais a todos outros
Respondo enquanto você ri
Não fica esperando alguma coisa acontecer
Pra quê mentir?
Não gosto desse jogo
Ok, se você já ganhou, então podemos parar?
Você me diz que gosto mais de dormir que conversar
Na verdade uma coisa leva a outra
Enquanto não começa outro passatempo
Sento aqui prá ver tudo acabar
Parece fácil
E de repente eu me distraio
São nem sempre pensamentos bons
Mas sempre inoportunos
Se pra tudo existe hora e lugar
Se daqui eu não sou
Que horas são por favor?
Passo a achar que alguma coisa já passou
Enquanto esperava que algo fosse acontecer
Quero entender como é que isso aconteceu
Estive preocupado em ver tudo que passa
Mas meu raciocínio é lento e acredito
Que hoje aquela coisa que me faz acreditar
Dobrou a esquina enquanto eu jogava
Ou pintou o muro da sua casa só pra disfarçar
Dias novos são iguais a todos outros
Ouço alguém gritar
Enquanto eu abro os olhos
Ou antes de eu acordar
Na verdade uma coisa levou a outra
Não tem importância prá mim
Você parece gostar
Então minha parte é sua
Sei como te fazer feliz
E juro que não ligo
Tira uma cópia da chave pra mim
Que eu dou dois toques antes de entrar
Aqui em casa é como lá fora
Estranho e pequeno demais
Mas é meu esconderijo
Respondo enquanto você ri
Não fica esperando alguma coisa acontecer
Pra quê mentir?
Não gosto desse jogo
Ok, se você já ganhou, então podemos parar?
Você me diz que gosto mais de dormir que conversar
Na verdade uma coisa leva a outra
Enquanto não começa outro passatempo
Sento aqui prá ver tudo acabar
Parece fácil
E de repente eu me distraio
São nem sempre pensamentos bons
Mas sempre inoportunos
Se pra tudo existe hora e lugar
Se daqui eu não sou
Que horas são por favor?
Passo a achar que alguma coisa já passou
Enquanto esperava que algo fosse acontecer
Quero entender como é que isso aconteceu
Estive preocupado em ver tudo que passa
Mas meu raciocínio é lento e acredito
Que hoje aquela coisa que me faz acreditar
Dobrou a esquina enquanto eu jogava
Ou pintou o muro da sua casa só pra disfarçar
Dias novos são iguais a todos outros
Ouço alguém gritar
Enquanto eu abro os olhos
Ou antes de eu acordar
Na verdade uma coisa levou a outra
Não tem importância prá mim
Você parece gostar
Então minha parte é sua
Sei como te fazer feliz
E juro que não ligo
Tira uma cópia da chave pra mim
Que eu dou dois toques antes de entrar
Aqui em casa é como lá fora
Estranho e pequeno demais
Mas é meu esconderijo
17.7.08
Poesia, drogas e intolerância.
Pensar. Fazer. Criar.
Poesia, loucura e, então, diagnosticar:
Desvalido o relicário.
Fatores ilusórios alteram os condutores.
O idiomatismo e seu caradurismo selvático,
Até, profanamente, assintomático.
Dogmatismo estupendo.
Ateu, adepto da profanação.
Pensar. Fazer. Criar.
Julgar de embuste para, então, furtar.
- Venha!
Tenho casamata invencível. Pode atirar.
Transcender as regras e financiar.
Credor, do amor e da guerra,
Sem pudor irei cobrar.
Adeuses, prófugo, irão te enterrar.
Lanço meus sortilégios e tua crença irá
Ao profundo lago ilusório da discriminação,
Do ódio e da moral.
Confrontos e intromissão das
Forças de prosas.
Desço do pedestal e concordo.
Ao exílio, insolentes,
Irão Clamar
Pelas mortalhas que dei a teus pais,
Pela união poética e pela
Concisão de minhas palavras e
De minhas éticas.
Poesia, loucura e, então, diagnosticar:
Desvalido o relicário.
Fatores ilusórios alteram os condutores.
O idiomatismo e seu caradurismo selvático,
Até, profanamente, assintomático.
Dogmatismo estupendo.
Ateu, adepto da profanação.
Pensar. Fazer. Criar.
Julgar de embuste para, então, furtar.
- Venha!
Tenho casamata invencível. Pode atirar.
Transcender as regras e financiar.
Credor, do amor e da guerra,
Sem pudor irei cobrar.
Adeuses, prófugo, irão te enterrar.
Lanço meus sortilégios e tua crença irá
Ao profundo lago ilusório da discriminação,
Do ódio e da moral.
Confrontos e intromissão das
Forças de prosas.
Desço do pedestal e concordo.
Ao exílio, insolentes,
Irão Clamar
Pelas mortalhas que dei a teus pais,
Pela união poética e pela
Concisão de minhas palavras e
De minhas éticas.
11.7.08
Prolixidade da vida - O adeus à hipocondria.
Poesia antiga, mas que se torna atual, pois toda vez que busco respostas olho para quem fui anos atrás.
Sentia que tinha uma força que regia todos os meus atos.
Sentia-me impotente perante ela.
Sentia que tudo era uma ilusão.
Sentia que a existência era uma mera confusão.
Milhares de "bits" perdidos tentando decifrar os mistérios do meu subconsciente.
Dezenas de horas acordado, perturbado pela falta do R.E.M. inconsciente.
Dores, mentiras que a psicanálise explica.
Queria sentir a sensação de ser pulsante.
Sentir o sangue revivendo em cada grande circulação e ser alvo de palpitação inconstante.
São desejos.
Desejos que a alma não calou, gritou.
Nunca saí da minha cadeira de rodas metafórica.
Sofria da hipocondria.
Nasci como o ser da discórdia.
Pois hoje, quero gritar para o tal Deus ouvir,
tudo o que desde o nascimento obstrui.
Dizer que quero sonhar.
Viver num universo paralelamente.
Quero cantar todas as lágrimas que chorei quando inocente.
Quero dizer que infelizmente vivo num mundo já existente.
E que as fábulas ficaram num passado que me lembrei recentemente.
Sentia que tinha uma força que regia todos os meus atos.
Sentia-me impotente perante ela.
Sentia que tudo era uma ilusão.
Sentia que a existência era uma mera confusão.
Milhares de "bits" perdidos tentando decifrar os mistérios do meu subconsciente.
Dezenas de horas acordado, perturbado pela falta do R.E.M. inconsciente.
Dores, mentiras que a psicanálise explica.
Queria sentir a sensação de ser pulsante.
Sentir o sangue revivendo em cada grande circulação e ser alvo de palpitação inconstante.
São desejos.
Desejos que a alma não calou, gritou.
Nunca saí da minha cadeira de rodas metafórica.
Sofria da hipocondria.
Nasci como o ser da discórdia.
Pois hoje, quero gritar para o tal Deus ouvir,
tudo o que desde o nascimento obstrui.
Dizer que quero sonhar.
Viver num universo paralelamente.
Quero cantar todas as lágrimas que chorei quando inocente.
Quero dizer que infelizmente vivo num mundo já existente.
E que as fábulas ficaram num passado que me lembrei recentemente.
Assinar:
Postagens (Atom)